O jato de plasma é uma das tecnologias mais inovadoras e versáteis a entrar no mercado estético nos últimos anos e também uma das mais mal compreendidas. Profissionais que ainda não trabalharam com plasma frequentemente têm dúvidas legítimas: o que exatamente é o plasma no contexto estético? Como ele age na pele diferente dos lasers e da radiofrequência? Para quais condições ele entrega resultados superiores às outras tecnologias?

Este guia responde essas perguntas com profundidade explicando a física do plasma atmosférico, os mecanismos biológicos que ele ativa na pele, as indicações clínicas com maior evidência, os quatro modos de operação do Plasmax KLD e por que esse equipamento se tornou referência no mercado brasileiro de estética avançada.

O que é plasma no contexto da estética? O 4º estado da matéria aplicado à pele

Na física, o plasma é considerado o 4º estado da matéria ao lado do sólido, líquido e gasoso. Quando um gás é submetido a energia suficiente para ionizar seus átomos, os elétrons se separam dos núcleos, criando uma mistura de partículas carregadas eletricamente o plasma. Diferente dos outros estados da matéria, o plasma conduz eletricidade e reage a campos eletromagnéticos de formas que os gases comuns não reagem.

No contexto da estética, o jato de plasma é gerado por um processo chamado descarga por barreira dielétrica (DBD) a pressão atmosférica. A ponta do aplicador do Plasmax KLD gera uma diferença de potencial que ioniza o ar entre a ponteira e a pele, criando um plasma frio chamado assim porque, apesar de ionizado, mantém temperatura próxima à ambiente. Esse plasma frio libera espécies reativas de oxigênio e nitrogênio (ERON Espécies Reativas de Oxigênio e Nitrogênio), incluindo ozônio e óxido nítrico, que interagem com os tecidos biológicos de formas específicas e clinicamente relevantes.

⚡  O plasma frio atmosférico é fundamentalmente diferente do plasma de alta temperatura usado em procedimentos de ablação cirúrgica. No Plasmax KLD, o plasma é gerado a temperatura próxima à do corpo — sem queimadura incontrolada, sem destruição tecidual excessiva.

A diferença entre plasma frio e procedimentos ablativos convencionais

 

Característica

Laser ablativo (CO₂, Er:YAG)

Plasma frio (Plasmax KLD)

Mecanismo principal

Vaporização térmica do tecido por absorção de luz

Ionização do ar + ERON + efeito elétrico

Temperatura no tecido

Alta vaporização controlada

Próxima ao ambiente plasma frio

Profundidade de ação

Controlada pela fluência e comprimento de onda

Controlada pela potência e distância da ponteira

Seletividade

Absorção cromofórica (água, melanina)

Não cromofórica age independente do fototipo

Recuperação

7–14 dias ou mais

3–7 dias dependendo da indicação

Risco de hiperpigmentação

Presente em fototipos mais escuros

Menor mas cuidado com fototipos IV+

Aplicabilidade palpebral

Limitada pela proximidade dos olhos

Sim com proteção ocular adequada

 

Como o plasma frio age na pele: os 5 mecanismos biológicos

O jato de plasma do Plasmax KLD age pela combinação de cinco mecanismos biológicos distintos — o que explica por que seus resultados são tão abrangentes e por que ele é eficaz em indicações tão diferentes quanto flacidez palpebral, cicatrizes de acne e remoção de lesões benignas.

1. Efeito de sublimação retração imediata do tecido

O mecanismo mais visível e imediato do jato de plasma é a sublimação a transição direta da água intracelular do estado líquido para o gasoso, sem passar pelo estado líquido aquecido. Quando o plasma atinge a superfície da pele, a energia ionizada provoca a sublimação da água nas células da epiderme, gerando uma microcontração do tecido visível durante o procedimento. Esse efeito de retração imediata é a base dos resultados em flacidez palpebral e rugas profundas onde a retração mecânica do tecido é o objetivo primário.

A sublimação controlada é o que diferencia o plasma da simples queimadura: em vez de destruir o tecido por calor descontrolado, ele remove precisamente a água intracelular em um ponto específico, deixando o tecido ao redor intacto. A precisão do Plasmax KLD, com ponteira de agulha de 0,1 mm, permite micropontos de sublimação que se traduzem em retração milimétrica do tecido alvo.

2. Estimulação da neocolagênese

O estímulo mecânico e elétrico da descarga plasmática ativa os fibroblastos da derme as células responsáveis pela produção de colágeno e elastina. A resposta inflamatória controlada gerada pelo plasma recruta fatores de crescimento (TGF-β, FGF, EGF) que orquestram uma fase de remodelação do tecido conjuntivo nas semanas seguintes ao procedimento. O resultado é um colágeno novo, mais organizado e mais funcional que contribui para a melhora progressiva da textura, firmeza e elasticidade da pele ao longo de 4 a 8 semanas após cada sessão.

3. Ação bactericida e antimicrobiana pelo ozônio e óxido nítrico

As espécies reativas liberadas pelo plasma especialmente o ozônio (O₃) e o óxido nítrico (NO) têm ação bactericida comprovada contra uma ampla gama de microorganismos, incluindo bactérias gram-positivas e gram-negativas, fungos, vírus e esporos. Esse mecanismo é especialmente relevante no tratamento de lesões com componente infeccioso como cicatrizes de acne ativa, verrugas virais e lesões cutâneas colonizadas por bactérias.

O ozônio danifica a membrana celular bacteriana por oxidação, enquanto o óxido nítrico interfere com a cadeia respiratória mitocondrial dos microorganismos. A concentração liberada pelo Plasmax KLD é calibrada para ser eficaz contra os microorganismos-alvo sem causar toxicidade tecidual — as quantidades são comparáveis às usadas em terapias ozonizadas convencionais.

4. Aumento da permeabilidade cutânea plasmaporação

Um dos modos exclusivos do Plasmax KLD é a plasmaporação utilização do plasma para aumentar temporariamente a permeabilidade da pele, facilitando a penetração de ativos cosméticos e farmacológicos. O mecanismo é similar à eletropermeabilização: a descarga plasmática cria microporos transitórios na bicamada lipídica das células epidérmicas, aumentando significativamente a absorção de moléculas que normalmente não conseguiriam atravessar a barreira do estrato córneo.

Na prática, a plasmaporação transforma qualquer soro ou ativo cosmético em um produto com penetração potencializada vitamina C, retinol, ácido hialurônico, peptídeos, fatores de crescimento. O efeito é transitório (os microporos fecham em minutos), mas suficiente para aumentar a absorção de formas que métodos convencionais não conseguem.

5. Estimulação da proliferação celular e cicatrização

As ERON liberadas pelo plasma em concentrações controladas funcionam como sinalizadores celulares ativando vias de proliferação e diferenciação em queratinócitos e fibroblastos. Esse efeito bioestimulante acelera a renovação do epitélio após o procedimento, reduz o tempo de cicatrização e resulta em uma pele regenerada de maior qualidade com menos irregularidades, melhor textura e maior resistência.

🔬  A combinação de sublimação, neocolagênese, ação bactericida, permeabilização e bioestimulação em uma única tecnologia explica por que o plasma pode tratar indicações tão diversas de flacidez palpebral a cicatrizes de acne com um único equipamento.

Os 4 modos de operação do Plasmax KLD: como cada um funciona

O Plasmax KLD opera em quatro modos distintos, cada um com intensidade, padrão de entrega de energia e indicação clínica específicos. A seleção do modo correto para cada indicação é o fator que define a eficácia e a segurança do procedimento.

 

Modo

Características

Indicação principal

Contínuo

Descarga plasmática ininterrupta durante toda a aplicação

Lesões maiores, áreas de maior espessura, tratamento de xantelasma

One Shot

Disparo único e preciso de energia controlada

Lesões pontuais, remoção de lesões benignas pequenas, precisão milimétrica

Pulsado

Disparos em intervalos regulares configuráveis

Tratamentos de área flacidez palpebral, rugas periorais, rejuvenescimento. Maior controle da dose entregue

Plasmaporação

Descarga de baixa intensidade para permeabilização

Potencialização de ativos cosméticos, hidratação profunda, pós-procedimento

 

Modo contínuo — para lesões e áreas de maior espessura

No modo contínuo, a descarga plasmática é mantida de forma ininterrupta enquanto o profissional move a ponteira sobre a área tratada. É o modo de maior entrega de energia por área e é utilizado para lesões que exigem remoção progressiva de camadas xantelasma, lesões sebáceas, hiperqueratoses extensas. O controle da profundidade é feito pela velocidade de movimento da ponteira e pela distância entre a ponteira e a pele quanto mais próxima e mais lenta, maior a profundidade de ação.

Modo one shot — precisão cirúrgica pontual

O modo one shot é o mais preciso do Plasmax KLD cada acionamento gera um único disparo de energia controlada. É o modo indicado para remoção de lesões benignas individuais verrugas, moluscos, milium, xantomas pequeños onde a precisão milimétrica é necessária para remover a lesão sem afetar o tecido ao redor. A ponteira de agulha de 0,1 mm, combinada com o one shot, permite um grau de precisão comparável ao da cirurgia com radiofrequência pontual.

Modo pulsado cobertura de área com controle de dose

O modo pulsado é o mais utilizado nos procedimentos de rejuvenescimento e tratamento de flacidez especialmente na região palpebral. Os disparos em intervalos regulares permitem que o profissional cubra uma área maior com uma grade de micropontos de plasma, controlando a dose total entregue ao tecido e o intervalo de recuperação entre os pontos. Esse padrão de tratamento em micropuntos é o que gera a retração uniforme do tecido palpebral no blepharoplasty não cirúrgico com plasma.

Modo plasmaporação potencialização de ativos

A plasmaporação é um modo exclusivo que utiliza a descarga plasmática em intensidade reduzida para aumentar a permeabilidade da pele sem o efeito de sublimação. Não há formação de micropontos, não há descamação, não há período de recuperação apenas o aumento transitório da permeabilidade cutânea que permite que os ativos cosméticos aplicados imediatamente após penetrem nas camadas mais profundas da derme. É ideal como protocolo de manutenção e como potencializador de soros e ativos de alta performance.

Indicações clínicas detalhadas do Plasmax KLD

 

Flacidez palpebral blefaroplastia não cirúrgica com plasma

A flacidez palpebral o excesso de pele nas pálpebras superiores que causa o aspecto de olhos caídos é a indicação mais procurada e mais documentada para o jato de plasma no Brasil. O procedimento é chamado de blefaroplastia não cirúrgica com plasma, ou plasmage, e consiste na aplicação de uma grade de micropontos de plasma na pele da pálpebra superior com o Plasmax KLD em modo pulsado.

O efeito de sublimação em cada microponto gera uma microcontração imediata do tecido, e a somatória de centenas de microcontrações resulta na retração macroscópica da pele palpebral com redução visível do excesso de pele e melhora do contorno do olho. O resultado é comparável ao de uma blefaroplastia cirúrgica leve a moderada, sem cortes, sem anestesia geral, com recuperação de 5 a 10 dias (período de crostas nos micropontos) e com resultados que duram de 2 a 5 anos.

👁️  A blefaroplastia não cirúrgica com plasma é a indicação com maior demanda espontânea de pacientes para jato de plasma no Brasil e uma das que mais gera resultados fotográficos impactantes, essenciais para o marketing digital da clínica.

 

Rugas periorais e periorbitais rejuvenescimento perioral e periocular

As rugas periorais as linhas ao redor da boca, especialmente as verticais no lábio superior ('código de barras') e as rugas periorbitais ('pés de galinha') são indicações clássicas para o plasma por uma razão específica: são regiões onde o excesso de musculatura ou movimento dificulta a manutenção de resultados com toxina botulínica, e onde os preenchedores têm limitações de naturalidade.

O Plasmax KLD em modo pulsado aplica micropuntos de plasma nessas regiões, gerando retração das rugas superficiais por sublimação e estimulação do colágeno subjacente para prevenção de novas rugas. Para as rugas periorais mais profundas, o modo contínuo pode ser utilizado em passagens mais próximas para maior profundidade de ação.

 

Remoção de lesões benignas verrugas, milium, moluscos, fibromas

A remoção de lesões cutâneas benignas é outra indicação de alta demanda e alta satisfação para o jato de plasma. O Plasmax KLD em modo one shot, com a ponteira de agulha de 0,1 mm, permite a remoção precisa de:

  • Verrugas virais (HPV cutâneo) a ação bactericida do plasma complementa a ablação da lesão
  • Milium (cistos de queratina) remoção pontual sem afetar tecido ao redor
  • Moluscos contagiosos ablação rápida com ação antiviral do ozônio
  • Fibromas e acrocórdons lesões pediculadas removidas com precisão
  • Siringomas lesões benignas das glândulas sudoríparas
  • Ceilites e lesões labiais benignas

A vantagem do plasma sobre outros métodos de remoção de lesões (criocirurgia, eletrocautério convencional) é a precisão da ponteira de 0,1 mm que permite isolar exatamente a lesão sem margem de segurança excessiva que danificaria a pele saudável ao redor e a ação bactericida simultânea que reduz o risco de infecção pós-procedimento.

 

Cicatrizes de acne remodelação do tecido cicatricial

As cicatrizes de acne especialmente as atróficas (icepick, boxcar, rolling) são uma das queixas estéticas de maior impacto na autoestima dos pacientes e historicamente difíceis de tratar. O plasma age nas cicatrizes de acne por dois mecanismos complementares:

Para as cicatrizes atróficas menos profundas, a plasmaporação combinada com ativos de regeneração (fatores de crescimento, vitamina C, retinol) aumenta a síntese de colágeno nas áreas de déficit dérmico sem ablação. Para cicatrizes mais profundas, o plasma em modo pulsado ou contínuo gera ablação controlada das bordas das cicatrizes (especialmente boxcar e icepick) e estimulação intensa de neocolagênese com resultados progressivos ao longo de 3 a 6 meses após o protocolo.

A ação bactericida do plasma também é um benefício adicional importante no contexto da acne reduzindo a carga do C. acnes na superfície da pele e contribuindo para a prevenção de novas lesões na região tratada.

 

Xantelasma — tratamento não cirúrgico de depósitos lipídicos palpebrais

O xantelasma são depósitos de colesterol em macrófagos que se acumulam nas pálpebras especialmente na região medial, próxima ao canto interno do olho. Embora benigno, causa impacto estético significativo e tem alta taxa de recorrência com todos os métodos de tratamento disponíveis. O plasma é um dos tratamentos não cirúrgicos mais eficazes para o xantelasma a descarga contínua do Plasmax KLD vaporiza progressivamente o depósito lipídico camada por camada, com controle preciso da profundidade pelo profissional.

A vantagem sobre a remoção cirúrgica convencional é a ausência de suturas, menor risco de cicatrizes lineares e a possibilidade de tratamento ambulatorial sem anestesia geral. Para lesões maiores, múltiplas sessões com intervalos de 60 a 90 dias são geralmente necessárias.

 

Fotoenvelhecimento e rejuvenescimento cutâneo

O fotoenvelhecimento envelhecimento causado pela exposição solar acumulada se manifesta em manchas, rugas, textura irregular, elastose e alteração do contorno facial. O Plasmax KLD aborda esses componentes de forma multifatorial:

  • Manchas pigmentadas superficiais a sublimação remove as células hipermelanotizadas da epiderme de forma precisa
  • Textura irregular e poros o plasma melhora a organização das camadas epidérmicas e estimula o colágeno dérmico
  • Rugas finas retração por sublimação e estímulo de neocolagênese
  • Elastose solar remodelação das fibras elásticas desorganizadas pelo calor controlado da descarga

Reparação de cicatrizes traumáticas

Cicatrizes traumáticas de quedas, cortes, queimaduras e procedimentos cirúrgicos respondem ao plasma de forma similar às cicatrizes de acne: a ablação controlada das bordas e a estimulação de neocolagênese progressiva melhoram a textura, o relevo e a coloração da cicatriz ao longo das sessões. Para cicatrizes hipertróficas e queloides recentes, a plasmaporação com ativos anti-fibróticos pode ser mais indicada do que a ablação direta a avaliação individualizada pelo profissional é essencial.

As ponteiras do Plasmax KLD: cada uma para sua função

Ponteira

Características

Indicação principal

Agulha (10 unidades)

0,1 mm de ponta — máxima precisão pontual

Remoção de lesões benignas, blefaroplastia, rugas pontuais

Disco maior (20mm)

Área de aplicação ampla

Rejuvenescimento facial em área, plasmaporação de grande superfície

Disco menor (10mm)

Área intermediária — equilíbrio entre precisão e cobertura

Rugas periorais, tratamento de manchas, cicatrizes extensas

Cônica

Concentração progressiva de energia na ponta

Lesões com relevo, fibromas, acrocórdons, lesões pediculadas

Esférica

Distribuição uniforme e suave de energia

Plasmaporação, bioestimulação de área, tratamentos de textura

 

🧪  Todas as ponteiras e distanciadores do Plasmax KLD são autoclaváveis a 134°C por 15 minutos requisito fundamental para procedimentos em áreas próximas a mucosas (pálpebras, região perioral) e para garantia de esterilização completa entre pacientes.

Potência de 3W e ajuste de 150 a 300mW: controle total do procedimento

O Plasmax KLD tem potência máxima de 3 Watts a maior disponível em aparelhos de jato de plasma portáteis no mercado brasileiro com ajuste de intensidade de 150 a 300mW. Esse range de ajuste é o que permite ao profissional personalizar a intensidade do plasma para cada indicação:

  • 150 a 200mW intensidades mais baixas para plasmaporação, procedimentos superficiais, peles mais sensíveis e fototipos mais escuros
  • 200 a 250mW intensidade intermediária para rejuvenescimento facial, rugas periorais, cicatrizes de acne menos profundas
  • 250 a 300mW máxima intensidade para blefaroplastia não cirúrgica, lesões mais espessas, xantelasma e cicatrizes mais profundas

 

A bateria de 2.700 mAh garante autonomia para múltiplas sessões consecutivas sem necessidade de recarga especialmente relevante em dias de atendimento intenso ou em atendimentos home care onde a disponibilidade de tomada pode ser limitada.

Cuidados pós-procedimento: o que orientar ao paciente

O plasma gera uma resposta inflamatória controlada na área tratada — que é parte fundamental do mecanismo de ação. O paciente deve ser orientado sobre o que esperar e como cuidar da pele durante o período de recuperação:

Nos primeiros dias (1 a 5 dias)

  • Formação de micropontos de crosta são normais e não devem ser removidos mecanicamente
  • Vermelhidão e leve edema na área tratada especialmente intensa após blefaroplastia palpebral
  • Aplicar gel ou pomada cicatrizante prescrita pelo profissional nas áreas tratadas
  • Evitar exposição solar direta protetor solar FPS 50+ em todas as áreas não cobertas
  • Não aplicar maquiagem nas áreas com micropontos
  • Evitar água quente, sauna e atividade física intensa nos primeiros 3 dias

 

Na fase de cicatrização (5 a 14 dias)

  • As crostas caem naturalmente jamais forçar a remoção
  • Após a queda das crostas, a pele ficará mais rosada por 1 a 3 semanas é a fase de remodelação
  • Proteção solar rigorosa por pelo menos 30 dias a pele regenerada é mais fotossensível
  • Hidratação intensa com produtos sem fragrância e sem ácidos
  • Retinoides e ácidos devem ser suspensos por pelo menos 3 a 4 semanas

 

📋  A orientação detalhada do pós-procedimento é parte do protocolo pacientes bem orientados têm menos ansiedade durante a recuperação, maior satisfação com o resultado final e menor risco de complicações como hiperpigmentação pós-inflamatória.

Contraindicações e precauções de uso

  • Gestação e amamentação
  • Doenças autoimunes ativas (lúpus, psoríase, vitiligo em atividade na área tratada)
  • Uso de isotretinoína (Roacutan) suspender 6 meses antes do procedimento
  • Histórico de queloide avaliar com cautela; evitar em áreas de risco
  • Fototipos V e VI (Fitzpatrick) risco elevado de hiperpigmentação pós-inflamatória; avaliar individualmente com parâmetros mais suaves
  • Infecção ativa na área a ser tratada
  • Portadores de marcapasso a descarga elétrica pode interferir com o dispositivo
  • Herpes labial ativo tratar previamente; prescrever profilaxia antiviral em procedimentos periorais
  • Uso de anticoagulantes risco de sangramento prolongado

 

⚠️  Para fototipos mais escuros (III e IV), o teste de patch em área discreta antes do procedimento completo é altamente recomendado — para avaliar a resposta individual ao plasma e ajustar os parâmetros para minimizar o risco de hiperpigmentação.

Especificações técnicas completas

 

Especificação

Dado

Modelo

Plasmax KLD — Jato de Plasma

Potência máxima

3 Watts

Ajuste de intensidade

150 a 300 mW

Modos de operação

Contínuo, One Shot, Pulsado e Plasmaporação

Bateria

2.700 mAh (sem fio)

Peso

138 g

Dimensões

21,2 cm × 3,4 cm × 4,0 cm

Registro ANVISA

10245239018 (vigente)

Porteiro incluso

Case para transporte

 

Kit completo incluso

  • 01 Aparelho Plasmax KLD
  • 01 Cabo USB para carregamento
  • 10 Agulhas descartáveis
  • 01 Ponteira suporte agulha
  • 01 Ponteira disco maior (20mm)
  • 01 Ponteira disco menor (10mm)
  • 01 Ponteira cônica
  • 01 Ponteira esférica
  • 01 Case para transporte

 

Para quais profissionais o Plasmax KLD é indicado?

O Plasmax KLD é um equipamento de uso profissional para:

  • Dermatologistas — remoção de lesões, fotoenvelhecimento, xantelasma
  • Médicos com formação em medicina estética — blefaroplastia não cirúrgica, rejuvenescimento
  • Biomédicos estetas com formação em plasma — rejuvenescimento, cicatrizes, lesões benignas
  • Esteticistas com formação específica em plasma — protocolos permitidos conforme habilitação

 

A blefaroplastia não cirúrgica com plasma é um procedimento que exige avaliação e indicação cuidadosa quanto à habilitação profissional em cada estado — verificar as normas do CFM e dos conselhos regionais é fundamental antes de oferecer o procedimento.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre o jato de plasma e o plasma pen convencional?

O plasma pen convencional gera plasma por descarga de alta tensão com ponta de tungstênio aquecida — um processo mais simples que gera calor elevado e menos controle sobre a profundidade. O Plasmax KLD utiliza descarga por barreira dielétrica (DBD), que gera plasma frio com maior precisão, menos dano térmico colateral e — com seus 4 modos de operação — muito mais versatilidade clínica. A inclusão do modo plasmaporação é um diferencial exclusivo que os plasma pens convencionais não oferecem.

Quantas sessões são necessárias para a blefaroplastia não cirúrgica?

Para flacidez palpebral leve a moderada, geralmente uma a duas sessões são suficientes, com intervalo mínimo de 60 a 90 dias entre elas — tempo necessário para a completa remodelação do colágeno e a estabilização do resultado da primeira sessão. Para flacidez mais acentuada, duas a três sessões podem ser necessárias. Os resultados têm duração de 2 a 5 anos dependendo do grau inicial, da qualidade da pele e dos cuidados pós-procedimento.

O procedimento com plasma dói?

O nível de desconforto varia conforme a indicação e a área tratada. Para a maioria dos procedimentos — incluindo remoção de lesões e rejuvenescimento — a sensação é de leve ardência ou picada em cada ponto. Para blefaroplastia palpebral, onde o número de micropontos é maior e a área é mais sensível, o uso de creme anestésico tópico 45 a 60 minutos antes do procedimento é padrão — reduzindo significativamente o desconforto e melhorando a tolerância do paciente.

Quanto tempo dura o procedimento?

O tempo varia muito conforme a indicação. Remoção de uma lesão pequena com one shot: 5 a 15 minutos. Blefaroplastia de pálpebra superior (bilateral): 30 a 60 minutos incluindo o tempo de anestesia tópica. Rejuvenescimento facial em área ampla: 45 a 90 minutos. Plasmaporação de rosto completo: 20 a 30 minutos.

O Plasmax pode ser usado em todos os fototipos?

O plasma pode ser utilizado em fototipos I a IV com boa segurança, com ajuste progressivo dos parâmetros (menor intensidade e maior espaçamento entre pontos nos fototipos III e IV). Para fototipos V e VI, o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória é elevado e o uso deve ser feito com extrema cautela — teste de patch, parâmetros mínimos e preparo da pele com despigmentantes antes e depois do procedimento são essenciais. Em muitos casos, outras tecnologias podem ser mais indicadas para fototipos muito escuros.

Qual a diferença entre a plasmaporação e a iontoporação?

Ambas aumentam a permeabilidade cutânea para penetração de ativos, mas por mecanismos diferentes. A iontoporação usa corrente elétrica de baixa intensidade para mover moléculas carregadas eletricamente para dentro da pele. A plasmaporação usa a descarga plasmática para criar microporos na bicamada lipídica da membrana celular — um mecanismo mais mecânico que elétrico, que permite a passagem de moléculas independentemente da sua carga elétrica. Na prática, a plasmaporação é mais versátil em termos de ativos compatíveis — não depende da polaridade da molécula para funcionar.

 

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